Uma das melhores coisas da vida, para mim, é ler um livro. Se interessante e bem escrito, ele é uma degustação visual, lenta e com sabor, que faz um bem tremendo.
E não se pode bobear, o livro é traiçoeiro.
Pode nos prender de tal forma a ponto de não conseguirmos mais parar a leitura. Todo cuidado é pouco. Quantas vezes isso já me aconteceu: a madrugada avança e lá estou, grudado no livro, mergulhado em suas linhas e ideias.
E interromper a leitura, de vez em quando, é impossível, o que, de certa forma, é muito bom. O problema é quando temos de levantar cedo no dia seguinte, que, a essa altura, não é mais o seguinte, é o próprio dia.
Bem, assistindo a um programa de TV, soube que o grande poeta Carlos Drummond de Andrade frequentava uma famosa livraria carioca, chamada Leonardo da Vinci. Em tempo: "faça ideia" quantos livros o poeta deve ter lido.
E em homenagem à livraria, Drummond escreveu o belo poema Livraria ( acima). Aliás, belo poema pode, muitas vezes, ser redundância, quando falamos de Drummond.
terça-feira, fevereiro 02, 2010
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